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abril 28, 2016

E chegou o inverno!

Aqui no Sul do Brasil este ano pulamos o outono. Passamos de "calor escaldante" semana passada para "sensação térmica abaixo de zero" esta semana.

Hoje mesmo, está sendo o dia mais gelado desta onda.

Eu gosto de inverno, e gosto de verão. Na verdade, gosto de mudanças em minha vida e detesto mesmice. Então, quando chega uma estação nova me sinto renovada e entusiasmada para abraçar tudo que a estação traz de bom.

Sejam comidinhas, bebidinhas, atividades, roupas a serem desencavadas dos armários, tudo me traz uma animação especial.

Então, inspirada por este tempinho de gelar narizes, dei uma passeada por aí para trazer imagens deliciosas com o motivo do inverno.
Então se você está no hemisfério Sul e abaixo do trópico, está sentindo os efeitos do inverno e buscando uma inspiração, ou se estiver lá no norte com aquela nostalgia do friozinho, dá uma olhada na minha seleção!
Todas são imagens do stocksnap.io











 

março 03, 2016

Para Hadassa (Post de 2 anos)

 
Minha querida filha,

Você já estava neste mundo, sacolejando dentro da minha barriga havia algum tempo, mas chegou mesmo à vida exterior no alvorecer de uma segunda feira de carnaval. No meio do feriado, enquanto muitos estavam descansando, você estreou a vida. Você mudou minha vida.

Foi a madrugada mais difícil de todas, mas quando te peguei no colo, exausta, transbordante de alegria, e olhei nos teus olhinhos escuros, tudo sumiu. O cansaço, a incerteza, a euforia. O mundo parou porque eu e você, finalmente, nos conhecemos cara a cara, e nos reconhecemos de imediato. Você era um pacotinho cor de rosa envolto num gigantesco pano verde do hospital, com uma touquinha que teimava em cair da tua cabecinha e o cheirinho de recém nascido mais fabuloso do Universo.

Hoje já fazem 2 anos desse dia. 2 anos já! Clichezão, todo mundo diz: O tempo voa! Mas voa mesmo. Voa com tuas perguntas curiosas, voa com teus pezinhos velozes, voa com todas as descobertas que você vai fazendo, que me deixam sem palavras. Onde foi parar aquele pacotinho cor de rosa, envolto num gigantesco pano verde?

Meu pacotinho cresceu! O rostinho arredondou. Os dentinhos saíram. Os cabelos demoraram, mas finalmente estão se esticando em cachinhos deliciosos que amo tocar. Os olhinhos, redondos, pretinhos, rodeados por cílios longos, mostrando o brilho da curiosidade de todas as perguntas ainda sem respostas, de todas as coisas que ainda estão por descobrir! As perninhas ficaram fortes, caminharam, correram, e agora ensaiam os primeiros pulos ao som dos teus "pu-a! pu-a!". As mãozinhas gorduchinhas aprenderam a tocar, descobrir, explorar, a servir de ferramentas para testar todas as tuas ideias. Meu pacotinho, meu cisco de gente, está se tornando uma garotinha independente, alegre, sagaz, que conversa, canta, rodopia, que ama abraçar, que ama sorrir, que sabe que é muito, muito amada.

Minha menina com nome de rainha, que se tornou uma rainha em nossas vidas, uma joia que também é uma flor aromática como o significado de seu nome. Não poderia ter sido um nome mais apropriado para uma pequena como você! Uma rainha que chega tomando conta do coração de todos, mas chega suavemente, perfumando a vida, alegrando o dia, convidando a sorrir.

Minha filha, eu não podia imaginar o quanto a minha vida mudou por você. PARA você. O quanto a sua chegada me fez renascer, rever conceitos, reavaliar prioridades, anular muitas vezes minhas vontades para que você pudesse ter o melhor de mim. Fiz e faço isso tudo com todo meu coração, grata por ter a chance de te dar o pouco que tenho.

Minha querida, que acorda quando estou me arrumando para ir trabalhar e pede um carinho, e se embala no soninho novamente enquanto acaricio suas costinhas. Se eu parar, acorda para ver se ainda estou ali.

Minha pequena, que me dá de presente o sorriso mais gostoso do Universo quando chego para pegá-la, antes de pedir quase que imediatamente: mamazinho!

Que me chama "vem, vem!" quando quer brincar.
Que pede "vamu desenhá?"

Que gosta de pisar no meu pé.
De bagunçar minhas panelas.
De brincar com celulares, chaves e óculos. E minha carteira.

Por tudo e em tudo, minha linda, que Deus te abençoe hoje e sempre.
 





 

janeiro 04, 2016

2016 - o começo

Como passaram a virada do ano? Bem? Me contem.
Eu fui passar uns dias em Floripa especialmente para ver a queima de fogos e pegar um pouquinho de praia, já que na verdade minha mãe e irmãzinha não estariam lá. Pude ver meus outros irmãos, e foi bem legal.
"Tomamos" o apartamento da minha mãe. Mas acho que o deixamos em boas condições. Rs.

Quanto à praia... bom, pegamos dias terríveis.
Até arriscamos um dia que estava bem nublado e carregado, mas depois de muitas voltas (já que a bonita aqui errou o ônibus), pudemos apenas brincar um pouquinho na beira da água, sob uma garoa chata.
Mesmo assim, pude dar um mergulho e "limpar" a zica do ano passado. Tomara.

E aí, voltei cheia de resoluções, que vou ir contando aos poucos.

Começo com:

Resolução no. 1- Cortar o açúcar
Não é nenhuma novidade o mal que o açúcar faz para o organismo. Eu tenho tentado diversas vezes deixar de consumi-lo, mas sempre daquele jeito "só um pouquinho não vai fazer mal".
Não. Vai fazer mal sim. Um pouquinho de açúcar hoje, um chocolate amanhã, e antes de uma semana já voltei ao leite condensado.
Não. Mais.
Estive lendo neste link 10 dicas para estabelecer bons hábitos e para quebrar hábitos ruins (em ingles). O primeiro me chamou a atenção: em média, são precisos 66 dias para que um novo hábito se torne parte da rotina.
66 dias.
Não uma semana, não uma quinzena. Nem sequer um mês. São precisos em média 9 semanas e meia, ou dois meses e uma semana, para que uma ação se torne automática em nossa vida.
Então tá bom, né?
Decidi que passarei os próximos 66 dias sem açúcar.
E como minhas resoluções muitas vezes não passam de fogo de palha, em que depois de alguns dias já larguei tudo para o alto, estou escrevendo aqui o meu compromisso comigo mesma.
E vou ir documentando no Instagram (@marispil84, para quem se interessar em nos seguir).

Por enquanto é isso!
Depois posto mais das resoluções novas.

agosto 09, 2015

Dia dos Pais.

A meu pai,
Meu agradecimento por ser o pai que eu teria escolhido se tivesse podido escolher.
 
A meu marido,
Meu agradecimento por ser o pai que pude escolher para minha filha.
 
Aos pais de todo mundo,
Meu desejo de que possam ser aquele pai que seus filhos necessitam.
 
Um abraço a todos os Pais, em seu dia. Que Deus os abençoe.

Meu pai com a netinha (foto antiguinha, Had super pequena)


Nossa excursão ao Rio

Paizão e filhinha

 

março 12, 2012

Ainda sobre dia da mulher...

Dois causos.

Sábado 10 de março. Dois dias depois do celebrado Dia Internacional da Mulher. Meio dia e meia. Eu voltando da igreja de vestido pouquinho acima do joelho. Calor senegalesco e um ventinho que ao invés de refrescar só move o ar quente de um lado para o outro.

No espaço de 8 quadras que caminhei escutei, 3 vezes, de 3 motoqueiros, grosserias do tipo: "deixa levantar!" quando o vento ameaçava levantar meu vestido e revelar mais do que gostaria, e quando eu segurava o danado para não dar showzinho.

Hoje, segunda feira 12 de março. Quatro dias depois do acima citado Dia Internacional da Mulher. Calor Dubaiense e vento nenhum às 7 da matina, quando saio de casa, de saia reta azul marinho pouco acima do joelho. Nada chamativo.

Entre minha casa e o ponto de ônibus (1 quadra e meia), o espaço entre 1 ônibus e o outro (2 quadras), o espaço entre o ônibus e a fábrica (2 quadras), e entre a fábrica e o ponto de ônibus às 6 da tarde quando voltei, a quantidade de olhares atrevidos e elogios duvidosos (que chegaram a me embrulhar o estômago) foi absurda.

Coloquei esses dois exemplos aí só para confirmar minha teoria do post anterior. Teoria não né, mas vá, teoria. Dia Internacional da Mulher é dia de ganhar uma rosa no restaurante ou no supermercado, de escutar músicas de homenagem no rádio, de ver zilhares de banners, fotos e frases de efeito por todos os lados, de escutar parabéns de todos os homens que cruzam no seu caminho. Mas RESPEITO que é bom, que seria o óbvio de se ter tooodos os dias do ano, não existe sequer durante a semana que segue ao dia Internacional da Mulher.

Sem necessidade de mais palavras.
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Trocando de saco pra mala e para um assunto muito mais interessante e agradável, ontem (domingo) fui no shopping encontrar uma pessoa que conhecia há muitos tempos (rsrsrs) mas somente de maneira virtual. E moramos tão perto! Um aplauso para a super Thaisinha! que me encontrou para um papo ótimo e muitas risadas e fez a fofura de me dar um presente cheirosinho que gostei muito! (e que até agora estou com a maior vergonha de não ter pensado nisso. Shame on me!)

Thais, depois eu fui me ligar que não tiramos nenhuma foto! Huhauahauhaua
Isso já é desculpa obrigatória para que venham mais encontrinhos, né?

Bjos!

março 08, 2012

Dia da mulher bla bla bla

Não estou no meu melhor hoje, e estou bem irritada com o tal do dia da mulher.
Não vou nem entrar no assunto ou vai sair um discurso do rei, eu só queria que os idiotas machinhos que distribuem mensagenzinhas alusivas no facebook mas saem pelas ruas, alguém de carro faz uma barbeiragem e eles logo soltam um: "ah, deve ser mulher, quer ver se não é?", que passam por uma mulher bem arrumada na rua e parece que precisam falar alguma coisa, não se contém e soltam o que consideram um "elogio", que na verdade não passa de uma grosseria nojenta, ou que escutam a respeito de uma mulher que foi estuprada e opinam "ah, mas ela estava PEDINDO para ser estuprada", que chegam em casa, se jogam no sofá e não movem uma palha porque eles "trabalharam o dia todo" e a mulher "só cuidou da casa e dos filhos, nem trabalhou", que distribuem piadinhas do tipo "mulher precisa de ter-a-pia. De ter-a-pia cheia de louça para lavar" e coisas do gênero, enfim, queria que todos esses indivíduos engolissem esses recadinhos "carinhosos" de feliz dia da mulher e façam o favor de cultivar RESPEITO no dia a dia, pela mulher deles e por todas as outras também. É isso que as mulheres querem. I mean, é isso que eu e muitas mulheres queremos, mas não vou generalizar né... há mulheres que são mais machistas que muitos homens e não querem nada disso, só recadinhos nas redes sociais e descontinhos nas lojas. :)

janeiro 01, 2012

BANG! - Dada a largada

É primeiro de janeiro e não aguento mais escutar/ler mensagens de ano novo. Vamos receber logo de coração aberto o livro em branco e partir para a ação de preenchê-lo com histórias emocionantes ao invés de continuar espalhando os mesmos desejos de fórmula de todo final de ano, fazendu favô? Tô cansada já desse nhenhenhem de "paz, alegria, saúde, amor, dinheiro".

Aqui choveu assim, umas 30 horas seguidas. Se não mais. Tivemos virada do ano debaixo de chuva, o que nos acovardou de sair além do que na esquina. Fiquei até as 3 da manhã assistindo por earthcam a virada na Times Square, com aquela saudade de "eu estive lá", e uma taça de plástico com refrigerante na mão. (Uma das raras ocasiões em que tomo refrigerante. Odeio o gás). Mas, mais uma vez, não vi a tal da bola cair! A câmera estava apontando para outra direção naquela hora! Hahahaha. Acho que é algum complô para que eu não veja a bola, só pode.

Aí hoje acordei e continuava chovendo. Cães e gatos, como dizem nos EUA. Voltei a dormir. Rsrsrs. Fui acordar só às 11:30, com aquele jeito de quem festou a noite toda (aham). Como já não chovia, saí para caminhar, sem muita fé e com uma sombrinha na mochila. Dito e feito, a chuva me pegou longe de casa, mas parou quando estava chegando e saiu um sol que tive que tirar os óculos de sol da mochila outra vez. Bipolar esse tal de ano novo hein?

Daí fiquei o resto do dia em casa fazendo as atividades normais dos meus dias de desempregada: estudar, passear na internet, brincar com a Fernanda, fazer alguma coisa de casa. Não mentira, essa parte não fiz. Rsrs.
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Quero, insanamente, estar lá em NY. Quero.
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Contei que tenho uma entrevista de emprego na quarta feira agora? Wish me luck! Quem sabe desencalho deste meu rol de desempregada que não me agrada em nada.
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Apesar de continuar com o plano de dieta e exercício, e com o objetivo de emagrecer, primeiro do ano não conta. Covardia ter lemon pie e torta de abacaxi e coco na geladeira se não posso comer. Meus princípios são apenas tão fortes quanto o mais fraco dos meus traços de caráter. E dá-lhe caminhada.
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Ia conversar com o lindo do menino que cuidei lá em NY esta noite, mas apesar de estarem online não me ligaram. Eu sempre espero eles me ligarem porque o fato de estarem online não significa que estejam disponíveis ainda, então esperei. Mas agora já é tarde e não ligaram. Bom, outro dia será.
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Alguém aí assiste Desperate Housewives? Eu nunca liguei para a série, mas uma amiga me falou dela e decidi assistir um episódio por pura curiosidade. Gostei porque dá para assistir sem legenda e entender bem. Bom para não perder o ouvido em inglês.

dezembro 30, 2011

Post de Ano Novo

Pintei o cabelo, fiz a unha, fiz minha caminhada diária, refleti sobre os momentos e fatos de 2011, fiz planos para 2012.

Pronto, estou pronta para o ano novo. Pode vir!
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Hoje minha irmã, num arroubo de bravura (e talvez um pouco de mão-fechadice), pediu que cortasse seu cabelo.
E eu, que pro acaso penso que um dos maiores prazeres da humanidade feminina (hein?) é mudar o visual, já aceitei com a tesoura na mão.
Assim, ela pediu de um jeito (inspirado numa foto de revista), e saiu de outro. Mas ela estava ciente deste risco, afinal, eu não tenho conhecimento da área a não ser as muitas vezes que observei algum cabeleireiro cortando o meu cabelo, ou as vezes que arrisquei em mim mesma ou em algum amigo com um forte senso de desapego. É tudo risco, mas quantas vezes vamos a um salão e colocamos as madeixas nas mãos de um profissional experiente e só sai caca? Enfim, também é loteria. Ou então ter aquele profissional em-quem-eu-super-confio-mesmo-que-fosse-meu-pescoço-ao-invés-do-cabelo para não passar pela sensação de friozinho na barriga quando começa a cortação.
Bom, mas o fato é que ela pediu, eu cortei. Ficou mais curto do que ela queria, repiquei bem bem bem para tirar o peso, que é a queixa que ela sempre tem, e voilà, cabelinho novo para o ano novo. Pena que ela foi embora antes que me lembrasse de tirar uma foto.
Sim, porque além de tudo tinha a pressão do tempo. Ela tinha hora para sair.
Mas né, ela disse que gostou. E como eu não sou de ficar encucando com o fato de se realmente gostou ou não, acreditei.

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Faz dias que não saio dos 141-142 pounds. Fazendo exercício quase todo dia. Tá, não tenho limitado tanto a alimentação, mas poxa, não baixa nada! Não posso estar adquirindo músculo disso tudo!
Então, continua a luta.

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Ah e para quem esperava mensagem fofa de Ano Novo e os desejos habituais, sinto decepcionar. Não estou de humor para os desejos habituais, e meu desejo é: seja feliz, tentando não se interpor no caminho da felicidade alheia. E só.

agosto 01, 2010

Pedrinho chegou!

E então, agora, à distância, I became an auntie.

Já sou titia!

Este é um dos momentos mais difíceis de se estar longe. Lá, todos comemorando, todos colaborando com o que der para fazer, euforia, abraços, fotos, amor, paz. Aqui, uma pessoa ansiosa por notícias e ligada no wi fi todo o tempo que dá, esperando uma foto nova ou poder falar com alguém que esteve lá mais recentemente. Na era da informação, da instantaneidade, ficar mais de um par de horas sem notícias vira um tormento.

Graças a Deus deu tudo certo, a Carolina e o Pedrinho estão bem e se fortalecendo. E a vontade de estar lá, pelo menos por uns dias? Muita!
Mas assim são as escolhas... a cada passo, uma nova decisão, e cada decisão, cada caminho escolhido, exclui todos as outras possibilidades. Nem sempre é fácil, mas é sempre necessário.

Houve um tempo em que não levei a sério a importância de se tomar as decisões, de se tomar uma atitude, de mudar ou permanecer, mas de maneira consciente pelo que se faz e se deixa de fazer. E esse tempo me fez mal, coisa que fui descobrir algum tempo depois. Mas... isso também é parte do aprendizado da vida. Hoje sou consciente de que minhas decisões, embora todas tomadas com os joelhos no chão, tem um propósito definido e uma consequência clara: excluem as outras possibilidades.
Por isso a necessidade de serem tomadas com os joelhos no chão. Orando.

Não me arrependo de estar aqui, e estou bem feliz. Actually, minha extensão é praticamente certa. Mas esses momentos importantes longe da família acabam entristecendo um pouco.

Para o Pedrinho, a Carolina e o Thiago, toda a felicidade do mundo. Ao meu mini-pedacinho-de-gente-sobrinho, minhas orações e um abracinho miudinho como ele, quando ele estiver pronto para recebê-lo. O abraço de verdade vai chegar quando eu voltar para o Brasil.

maio 09, 2010

Já rodando a madrugada

E eu aqui ainda. Típico.
Terminei agorinha um cartão de dia das mães que fiz para minha host. Nada de mais, só umas fotos do baby que ficaram boas, imprimi na minha nova printer que agora funciona porque gastei a imensa fortuna de 21 dólares num cabo USB para ligá-la ao mac. Nem ia fazer nada, mas aí a cordenadora mandou um e-mail para todas as au pairs com o título: ideias para fazer no dia das mães. Fiquei com vergonha do meu descaso e me decidi pelo cartão caseiro. Não ficou assim de se dizer: "Nossa! Mas que cartão maravilhoso!", mas ficou meigo.

Amanhã, domingão, promete vento e no máximo 14 graus. Já não estamos acostumados a isso! Mas enfim. Sairemos com a Maria para passear e fotografar e, logicamente e para não quebrar a tradição, gastar o mínimo possível. Coisa de pobre, mas tudo seja pelo objetivo maior (tratar de conquistar o mundo! Não, esse era outro desenho. Seria: Conseguir ir pra Georgia e Disney).

Ia contar mais alguma coisa mas esqueci.

Mas então tá, um grande beijo a todas as mães e em especial à minha, que este ano já está comemorando duas vezes: como mãe e como vovó (ou quase). E um beijo especial para minha querida irmã Carolina que agora é quase mamãe também e tem direito a presente. Hohoho.

Bjos