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setembro 23, 2015

Sobre ideias


Eu tenho uma necessidade absurda de estar cuidando de 48 milhões de coisas ao mesmo tempo.
Sério, para quê isso?
Eu juro que queria ser mais de boa, mais tranquila. Mas quem disse que consigo?
Minha mente fervilha de ideias, o tempo todo. É um pensamento sobre fazer uma horta e ser mais verde, seguido por outra ideia de algo super legal para fazer para a Had, seguido de ideias de passeios, onde vou almoçar hoje, o que preciso comprar, mais uma ideia fantástica para a Had, um novo empreendimento, blog, receitas, lembretes mil que vão se acumulando na minha cabeça.


Até eu me sentir mais ou menos assim.
Por não dizer assim.

Eu brinco que, se ficar quietinha, posso até ouvir minhas ideias pipocando igual milho dentro da panela.

Algo assim.
Hummm... deu uma vontade de pipoca agora!

Mas enfim, como ia dizendo.
O ruim é que, para executar 20% das ideias que tenho (após depuração e descarte daquelas que são mirabolantes ou classificadas simplesmente como diria minha mãe, como "ideias de jerico" - alguma pista do que seja esse tal de jerico? Hein? Alguém? Olha só minha cabeça desviando do assunto de novo) precisaria de um tempo que não tenho. O tempo de sono já foi reduzido a um mínimo de 6 horas, que se recuperam parcialmente nos finais de semana. Menos do que isso e não consigo funcionar. Aliás, "dormir cedo" é um dos objetivos que está sempre nas minhas infinitas listas, dentro da categoria "a melhorar".
Mas com a taxa de proliferação das minhas ideias, esse objetivo vai ficando cada vez mais distante.
E a cada ideia, vem a necessidade de desenvolver isso naquele momento. Se tiver internet por perto, começar uma pesquisa sobre o assunto na mesma hora, etc.

Sei que este post já está meio sem sentido e você deve estar se perguntando: ok, li até aqui e daí? Que mais?
E eu respondo: nada não, só queria dizer isso.
Porque veio na minha mente.
E é assim que funciona por aqui.
Rsrsrsrs.
Bjos!

PS: Ah sim. A empresa em que estou trabalhando organizou um concurso de fotografia interno, para o calendário anual. É uma empresa alemã e tem filiais no mundo todo. Pois bem. A pessoa que vos escreve decidiu que não podia ficar de fora de um concurso, principalmente sendo de fotografia, e assim, tirou algumas fotos, que pelo visto agradaram os jurados porque escolheram uma delas para ser a capa do calendário.

A.CAPA.DO.CALENDÁRIO.

Ganheiiiii!!!

:)

setembro 09, 2015

O fruto nunca cai longe do pé

Estava aqui fazendo uma limpeza em caixas de email, quando encontrei umas fotos que meu irmão escaneou para mim, para uma homenagem de aniversário que fiz para meu pai.
Curiosamente, nas fotos eu tinha aproximadamente a idade que a Had tem hoje.
 
 
Não pude por menos que compará-las e reparar em como, apesar de todos dizerem o quanto a Had se parece com o meu marido, ela ter indubitavelmente meus genes também. Vejam só.

Esta linda e rosada bebê da foto é esta pessoa que vos escreve:


 
E esta fofa bebê da foto a seguir é a Had:
 
Reparou na semelhança?
Reparou no sorriso?
Na expressão das sobrancelhas?
Até o shape do cabelo?
Aliás, repare também como meu sorriso (adulto) parece com o do meu pai.
 
Mais uma comparação para ver se fica mais claro:
 


Eu (e pai)
Hadassita



Eu e pai...
E Had
E mais um pouco de Had pela corujisse.




















 E para completar:

Seu Jorge e Mari
Seu Jorge e Had, 30 anos depois.



maio 23, 2011

Algumas fotinhas





As duas primeiras, de dentro do Starbucks onde me refugiei da chuva após sair da loja, e onde aproveitei para montar a câmera mesmo (na loja não pode abrir para garantir que eu saio com um produto novo e lacrado, tem um hall na saída para as pessoas sentarem e abrirem seus produtos, mas a loja já estava fechando e tive que sair na chuva mesmo).
Então, como disse, me refugiei no Starbucks a poucas quadras da loja, porque em Manhattan tem sempre um Starbucks a poucas quadras do lugar que você estiver, seja qual for. Fiquei lá, de frente para a rua, contando via msn para meu irmão cada coisa que ia fazendo: vou abrir a bateria agora, vou pôr o cartão de memória, agora a lente! E já tirei as primeiras fotos. Super emocionada.

As duas segundas são da Grand Central, a estação de trem de Manhattan (uma das), que é onde pego meu trem para o upstate. Eu amo esse lugar, essa gente toda andando, esse chão gigante, esse teto, esse relógio. Para mim, este é o verdadeiro coração de NYC, e sempre tenho a impressão de que as pessoas andando, seguindo certas rotas dentro do terminal (principalmente nos dias de trabalho, cedo de manhã) são glóbulos vermelhos na corrente sanguínea. Acho até que já falei disso por aqui.

Mas enfim, era para mostrar essas primeiras fotos, estão sem tratamento porque não estou me entendendo com o software que veio com a câmera. Teria que abrir com o photoshop, ou melhor ainda, dar um jeito de importar para o iphoto que é tão simples de usar. Mas isso fica mais para a frente.

E agora dormir que já é tarde. 11 e meia de novo, viu? É sempre assim. Thaisinha, eu até tento dormir mais cedo, mas chega de noite e não tenho sono! Para não dizer que não, teve 1 dia que fui dormir às 9. Acordei às 11:15 morrendo de vontade de fazer xixi e achando que era altas madrugadas. Foi gostoso olhar o relógio e descobrir que era tão cedo, confesso. Mas também é algo que fiz um dia que estava extremamente cansada e tinha dormido mal.

Mas então, boa segunda feira para todos, durmam bem e aproveitem o dia!

junho 29, 2010

Sou relapsa, relapsa eu sou.

Com esse trocadilho infame com o grito da 'Celeste', finalmente dou as caras.
Mas, para terem uma ideia, a relapsidão é geral: ainda não terminei de subir para o orkut/facebook/tudoissoaí as fotos da Disney, não tinha baixado as fotos do último mes desde que voltei da viagem, e estou devendo e-mails diversos. Por que? Porque sim, oras, porque ligo o notebook e sempre tem alguém de casa (ou a Maria) e desando a conversar. E quando vejo, 10, 11 da noite. Pronto!

Junho tem sido um mes muito agradável, já que o verão aqui da até vontade de sair, conhecer lugares, percorrer. E tem a Copa também, né?
Dia desses estive com a Maria (sempre ela) em Wall Street passeando e procurando o famoso touro de bronze de Wall Street (que na verdade se encontra na Av. Broadway, por isso demoramos para encontrar). Caminhamos bastante, fomos parar no píer 17, vimos o finalzinho do jogo do Brasil (aquele contra a Costa do Marfim). Na verdade, logo depois de termos chegado no aglomerado de gente e descoberto que era o jogo o que estavam assistindo, e bem antes de descobrirmos para que lado chutava cada um, veio o gol da Costa do Marfim. Eta pé frio!
Pior foi ver um monte de gente levantando e comemorando o gol. Com a tal da camisa laranja. Tudo isso de torcedores do simpático país africano logo aqui? Pois é.
Mas então, vimos o touro, depois um cemitério de mais de 200 anos e depois o Ground Zero (onde estavam as torres gêmeas) que era pertinho também. Foi divertido, apesar de que caminhamos demais, e num calor que deixa o do Brasil leve, muito leve.
Mas antes disso, dia 15, estive em NY vendo o primeiro jogo do Brasil na ESPN Zone, e depois, sozinha, subi o Rockefeller Center até o topo, o andar 69, conhecido como o "Top of the Rock". A vista é linda.
Que mais tenho feito? Ah sim.
Sexta feira passada surgiu a oportunidade de assitir a um seminário sobre Photoshop CS5 com o fotógrafo e gênio do Photoshop Scott Kelby. O homem fala rápido demais, entendi um pouco mais quando os outros especialistas falaram. Teve sorteio de brindes bem substanciosos, como licenças de photoshop e cartões de desconto da B&H, mas é claro que não ganhei nada.
Mas no fim comprei dois livros de fotografia do Kelby, que já andava "namorando" há algum tempo. Leitura ótima, estou devorando.
Sábado tivemos uma linda programação na igreja com o quarteto Cânticos Vocal, do Brasil. Eles vieram para a Conferência Geral da Igreja Adventista, que está acontecendo em Atlanta (onde estive há um mês). Eu já sabia, e no início a ideia era programar essa viagem para esta época, a fim de visitar a Conferência também. Mas, não pode ser.
Mas enfim, a programação na igreja foi ótima, o quarteto é fantástico (nada de trocadilho com o filme, rs), e tuvimos um pastor dando ótimas palestras.
Sábado também foi o aniversário do meu apestoso, pulguento, sarnento, Galgo! (é meu irmão tá? Isso tudo é carinho. Ele sabe que adoro ele). Mesmo na distância, um grande beijo para ele com quem divido fotografia, arte, programas de humor, palpites futebolísticos, pé quente no dia do aniversário, formiguice,  além de cor de olhos e de cabelo e personalidade esquisita. Hahahahaha.
E domingo foi um dia muito esperado, fui finalmente assistir ao Ballet de NYC!
Foi muito lindo, era o encerramento da temporada de primavera, mas além disso era a dança de despedida de uma bailarina famosa, a última a ser escolhida e treinada pelo Balanchine, e a última que ainda dançava também. Espetacular, principalmente a última peça, o quarto ato do Lago dos Cisnes. Que coreografia! Bailarinas suficientes para parecerem um bando de cisnes voando, completamente coordenadas, organizadas até o último milímetro, o desaparecimento do vilão de maneira que simplesmente ninguém viu, enfim, beleza, beleza e mais beleza!

E agora, a fazer planos. Planos, desafios, decisões e economia, muita economia. Aguardem o que vem pela frente!