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setembro 09, 2015

O fruto nunca cai longe do pé

Estava aqui fazendo uma limpeza em caixas de email, quando encontrei umas fotos que meu irmão escaneou para mim, para uma homenagem de aniversário que fiz para meu pai.
Curiosamente, nas fotos eu tinha aproximadamente a idade que a Had tem hoje.
 
 
Não pude por menos que compará-las e reparar em como, apesar de todos dizerem o quanto a Had se parece com o meu marido, ela ter indubitavelmente meus genes também. Vejam só.

Esta linda e rosada bebê da foto é esta pessoa que vos escreve:


 
E esta fofa bebê da foto a seguir é a Had:
 
Reparou na semelhança?
Reparou no sorriso?
Na expressão das sobrancelhas?
Até o shape do cabelo?
Aliás, repare também como meu sorriso (adulto) parece com o do meu pai.
 
Mais uma comparação para ver se fica mais claro:
 


Eu (e pai)
Hadassita



Eu e pai...
E Had
E mais um pouco de Had pela corujisse.




















 E para completar:

Seu Jorge e Mari
Seu Jorge e Had, 30 anos depois.



agosto 28, 2015

Curtinhas

Porque sexta feira é dia de news.

* O cardápio está dando certo. Ok, semi certo. Eu sou bastante cricri e quando faço uma programação, gosto de seguir ao pé da letra, marido não é tanto, e por aí vamos indo.
* Não é nada fácil entrar nos eixos. Estou aproveitando para melhorar a minha própria alimentação, o que é difícil. Já sou vegetariana e bem consciente da importância de uma boa alimentação. Tenho o discurso na ponta da língua, tento aplicar, mas... chega com chocolate para ver o que acontece. Ou biscoitos. Ou doce de qualquer tipo. Eu me saboto fácil fácil. Eu amo um confort food, e na minha cabeça torta, chocolate=amor. Ay ay ay!
* Também tenho uma imensa facilidade de jogar tudo para o alto. Tomo resoluções, digo "agora vai, vou ser saudável e fitness, vou acordar meia hora mais cedo para correr, voltar e tomar um suco verde, etc e tal. E começo bem! Vou bem na reeducação dos bons costumes, até que chega certo dia que acordo no modo revolution e largo tudo para voltar a comer doce e frituras, biscoitos de montão, dormir tarde, e outros maus costumes. Estou lutando contra isso. Ser mais perseverante e ter resoluções mais firmes.
* Também estou aproveitando para fazer alguns exercícios. Coisa assim, de 10-15 minutos por dia, depois que a Hadie dorme. Só uns abdominais para dar uma fortalecida na região, e algum outro grupo muscular que vai variando dependendo do dia. O que mais pesa para mim é a barriga fofinha mesmo, já que de resto estou magra. Mais magra do que já estive em qualquer momento da fase adulta, aliás.
* Ainda não consegui nem começar a régua de parede, mas vai sair. Logo logo.
* Maridón indo viajar hoje a trabalho, Had pela primeira vez sendo cuidada por outra pessoa não sendo os pais ou a avó (fora a malfadada história dos 15 dias de escolinha em maio). Confesso que estou bastante ansiosa. Confesso que queria ter podido comprar e instalar uma camera de vigilância. Confesso que queria ter ligado para o trabalho e alegado doença para poder ficar com a minha pequena. Confesso que não vejo a hora da sexta feira passar e correr para casa, mas está sendo um desses dias que os ponteiros do relógio têm lesmas cegas amarradas, tamanha a lentidão.
* Perpectiva de um delicioso fim de semana agarradinha com a minha pitoquinha, só nós duas.

E essas são as news da semana. ;)

Estão fazendo falta uns posts mais profundos neste blog, mas não estou conseguindo tempo para sentar e organizar as ideias. Ay ay!

agosto 07, 2015

Mari e a música.

Eu tenho uma frustração na vida: não sei nada de música.

Amo música clássica. Fiz 10 anos de ballet na infância e adolescência, que ajudaram a refinar -entre outras coisas- meu gosto por música e me apresentaram à música clássica.
Minha paixão é especialmente ouvir tocar violino e violoncello. Não sei explicar, mas me emociona.

Ouvir um violino parece que é a alma, o interior de alguém cantando. Em relação ao violoncello, a sensação mais próxima é dizer que parece mel nos meus ouvidos (o que, se levado para o lado literal seria na verdade algo bastante desagradável, imagine mel sendo vertido nos seus ouvidos. Mas vocês entenderam).
Quartetos de cordas, então. Só falta chorar de tão lindo.
 
 

Por exemplo, esta belezinha. [Clique e ouça].
 
Ou esta outra [Ouça aqui]
 
Yo Yo Ma. De fechar os olhos e imaginar o céu.

Gosto muito de piano também, mas fiquei meio "brigada" com este instrumento por uns tempos, após acabar um namoro com um pianista. Mas logicamente passou, como tudo passa nesta vida. :P

Gosto muito de música calma, instrumental, música que acompanhe meus momentos sem se sobrepor. Gosto bastante também de cantos a capella, acho incrível a capacidade da voz humana.

Mas enfim, voltando ao assunto inicial: eu não sei tocar nada de música.
Quando era criança, meus pais compraram um teclado para mim e meus irmãos. Eu passava um bom tempo aprendendo a tocar as músicas pré-programadas do teclado, de ouvido. Ouvia, tentava copiar. Errava, voltava a ouvir, tentava de novo. Era divertido. Finalmente, depois de alguns dias, conseguia tocar aquela música. Sem saber ler uma partitura, sem saber sequer diferenciar um do de um mi, um maior de um menor, um sustenido de um... ah deixa pra lá (até hoje não conheço os nomes, vou parar antes de falar alguma besteira).

Meu sonho é, claro, aprender violino. Mas é um dos instrumentos mais difíceis, e além disso, requer um ouvido natural para música que eu não tenho. Com o tempo, me convenci de que melhor é poder ouvir e apreciar.

Há uns dois anos (não me lembro se já contei aqui), resolvi que estava na hora de me aproximar um pouco mais do mundo da música. O Enos toca violão e gosta de cantar, então pensei em algo com que pudesse acompanhá-lo.
Pesquisei algum instrumento que estivesse ao meu alcance, fosse relativamente "aprendível" para uma leiga como eu, e que fosse portátil, porque acho importante poder levar para qualquer lugar para, por exemplo, animar um piquenique no parque.
 
Foi assim que comprei uma gaita de boca.
 
 
 
Pergunta se, em dois anos, aprendi a tocar?
 
Nope.
 
Estou ainda na lição 3 (de um instrutor no youtube).
 
Vira e mexe me lembro de pegar e treinar um pouco, o que dura alguns (2) minutos antes que a Had suba no meu colo para querer tocar também, porque é divertido e mamãe está fazendo, então eu também quero.
Ou seja, não tem ido muito adiante.
 
Ou seja, continuo não sabendo lhufas de música.
Tá, pelo menos uma lhufinha aprendi, vai. Sei fazer o barulho do trem (o Enos diz que é um pouco patético) e a escala. E estou aprendendo a improvisar.
 
Ai ai... preciso de tempo e dedicação para a arte.
 
Está na minha lista de atividades prioritárias a serem desenvolvidas para o enriquecimento pessoal. Quem sabe, até chegar aos 60 anos, consiga aprender.

fevereiro 26, 2013

Resuminho

Fiquei uns dias sem muita vontade de escrever, até abri a página e comecei a digitar algo, mas parei sem vontade de continuar. Ainda ando meio bléh, mas um pouquinho mais animada.
Então, o que aconteceu nestes dias todos:

- Voltei ao trabalho depois da viagem e tive minhas responsabilidades multiplicadas e até um psicólogo na minha cola que foi contratado pelo chefe para redefinir a configuração da empresa, então está torrando a paciência traçando o perfil de cada funcionário. Para piorar, o cara é da mesma igreja que eu (e meu chefe também) frequentamos, então fica um pouco... weird.

- Assisti todos os episódios de Greys Anatomy que tinha atrasados e que eram uns 4. Nunca tinha atrasado tanto no meu seriado favorito. Acho que andei numa espécie de limbo, sei lá. Também comecei a assistir o começo de TBBT (The Big Bang Theory) para entender como tudo começou. O piloto 00 é muito bizarro, ainda bem que mudaram várias coisas depois. É engraçado assistir os pilotos, porque em geral muda muita coisa. Me dá a impressão de ser um episódio muito "inocente" sobre o que vem pela frente depois, como que todo mundo está meio inseguro. Com o piloto de the Nanny tive a mesma impressão.

- Teve retiro/acampamento do Coral este fim de semana. Foi bem especial e bonito (e a comida estava uma delícia #vaigordinha). E apesar de ter chovido todos os dias no fim da tarde semana passada, no sábado não choveu! Eeee! Pensa em dormir em barraca + chuva. Ainda bem que não. E domingo fez um dia absurdamente lindo e deu para aproveitar muito, até voltarmos para casa depois do almoço que foi uma mesa de frutas espetacular.

- Meu pai veio me visitar no domingo e foi embora hoje cedo. Em pouco mais de 24 horas pendurou o armário da cozinha na parede (fazia uns 3 meses que procurávamos uma alma boa com ferramentas que se dispusesse), montou meu guarda-roupas herdado (que também fazia uns... 2 meses), trocou lâmpadas que eu fiquei adiando para trocar, arrumou o trinco da janela que quebrou semana passada, cozinhou peras (de um montão de peras que trouxe diretamente do campo) e fez uma sobremesa com elas. E ainda me buscou no trabalho para almoçar e depois veio me buscar no fim da tarde e fomos peregrinar por supermercados procurando algo de menta para acrescentar à sobremesa de peras. Como não encontramos nem um galhinho de menta, nem essência, compramos balas mesmo, o qual foi uma odisseia para derreter/quebrar e fazer algo como um caramelo para pôr por cima das benditas peras. O resultado foi muito bom, no fim.

E é isso.

abril 04, 2011

Aos poucos a calma volta

De coisas que andei fazendo:

* Luzes. Sozinha.
Tipos, aqui tem um produto que vem com um negocinho para encaixar no dedo para distribuir melhor o clareador. Aqui ó.
Tão vendo a foto do negocinho azul no dedo da moça? Então. 
Tá, facilitou. Mas complicou a história. Porque, onde põe as mechinhas para esperar que sequem?
Enfim, com um pouco de malabarismo, consegui. Não ficou muito mais claro porque meu cabelo já tem um acumulado de tintas diversas, e não quis deixar muuuito tempo mais do que o recomendado (meia hora no máximo) por ser a primeira vez que usava o produto. Mas depois que o cabelo se fortalecer um pouco (tipos, umas 2 semanas porque a ansiedade me corrói. Huahauhaua) vou tentar de novo. 
Então, deu uma clareadinha, ficou um pouco mais dourado em algumas partes, aparece melhor debaixo de sol. Só.

* Então, estou namorando. Huahauhauahuaa.
É uma história meio complexa da qual não quero dar muitos detalhes. Estou vivendo isso de um jeito "eu e ele", sem ficar gritando aos quatro ventos, sem alarde, sem barulho. Só nós e pronto. Numa alegria intimista, só nossa, só minha e dele. 
Mas estou feliz, bem feliz, e mais uma vez, vivendo, crescendo e aprendendo.

* Então, continuo frequentando o curso que não gosto. Chegamos à metade. Yesss!
E não tenho aprendido quase nada. Só trabalhinho atrás de trabalhinho, não cresce, não muda, não tem conhecimentos novos, coisas para pensar. Só apresentar trabalhos. Nhé. 
Mas, como disse no último post, agora vai até o fim. Que eu não sou mulher de ficar largando as coisas pelo caminho.

* Escrevo aqui e olho para meu quarto e me dá um pouco de desespero. É bota jogada no chão, roupas diversas sobre um banquinho (oi? Será que ainda existe um banquinho debaixo de isso tudo de roupa?), meu tricô no sofá, de ponta cabeça para que a agulha não vá perder os pontos, as pastas de material da igreja numa sacola no chão porque ainda não decidi onde por. E no outro canto, os tênis que usei hoje. Aaaaahhh! Mas não tenho coragem de arrumar a zona. 
Terei que fazer um esforço.

* Voltei a tricotar. Assim, estou fazendo um bolerinho top down, bem descompromissado. Só que listrado. E com tranças. (Isso é para as tricoteiras de plantão, que conhecem a dificuldade destas duas coisas). Se vai servir não sei, fiz para aproveitar tres novelos que tinha, um de cada cor, que comecei a fazer dois cachecóis mas o inverno passou e não os acabei. Então, vamos ver se acabo o bolero antes que o calor chegue de vez.

* E é só. 
Boa noite amadinhas.

janeiro 28, 2011

É amanhã...

... que nóis vira bicho ou morre de veiz!

Huhauahauaha

Não liguem, são 10:30 da noite, acordei cedo e passei por uma tensão danada até agora há pouco, tentando desvendar o quebra-cabeça dos cursos.
Decidi que vou tentar me matricular para quatro cursos da área de moda, cursos curtos, caaaaros (mas se for comparar, todos os outros acabariam ficando caros também), numa faculdade muitíssimo conceituada de NYC.
"Vou tentar" por que? Como assim?
Bom, pelo simples fato de que tem que enviar por fax ou ir pessoalmente se inscrever, eles pegam os dados, mas só depois de uns dias vão dizer se há vagas para esse curso ou não. Que fofura, ne?
NOT!

Então, entre botar todos os cursos que me servem numa planilha, selecionar os que não se chocam em horário, e somar, somar, somar, horas/aula, custo, etc, etc, etc... lá se vai meu nível de stress pelas nuvens.

Estou devendo:
- Fotos de Philadelphia: o videozinho de que falei ontem ficou uma bela porcaria, não caiam na armadilha desse site. Demora horrores e o resultado final não é nada legal. Para que tenham uma idéia, colocou 80 fotos em 13 segundos, e os outros 10 segundos do vídeo são propaganda do site. Mas, está aqui para quem quiser ver. Precisa ir dando pause para poder ver alguma coisa. Thaisinha, se mesmo pelo vídeo você não conseguir ver, me avisa que penso em outra coisa.

- Ju, obrigada pela visita! De layout eu entendo quase nada, é só ver o estado que está meu pobre blog. Huhauahaua. Estou me valendo dos recursos novos do blogspot, como personalizar a largura das colunas, trocar mais cores e fontes, etc. Contador regressivo acho que nunca coloquei, não sei te dizer que site teria à disposição... na parte de design do blog, em "adicionar gadgets" tem bastantes opções, tem frescurinhas variadas muito legais.
A saga do layout ainda vai dar o que falar, já que para criar um banner preciso sentar com calma na frente do Photoshop. Achei uns tutoriais que parecem bem úteis, bom, quando desenrolar este nó e fizer o layout, faço um post com coisinhas úteis que fui achando enquanto fazia. Sempre aparecem. Hehehe.

No mais, é isso. Ainda com raiva de meu post perdido, culpa das cookies. Não de verdade, mas as cookies do computador! Isso que dá mais raiva, se ainda fossem cookies reais, com gotas de chocolate...

Vou-me. Dormir que amanhã é dia.