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março 03, 2016

Para Hadassa (Post de 2 anos)

 
Minha querida filha,

Você já estava neste mundo, sacolejando dentro da minha barriga havia algum tempo, mas chegou mesmo à vida exterior no alvorecer de uma segunda feira de carnaval. No meio do feriado, enquanto muitos estavam descansando, você estreou a vida. Você mudou minha vida.

Foi a madrugada mais difícil de todas, mas quando te peguei no colo, exausta, transbordante de alegria, e olhei nos teus olhinhos escuros, tudo sumiu. O cansaço, a incerteza, a euforia. O mundo parou porque eu e você, finalmente, nos conhecemos cara a cara, e nos reconhecemos de imediato. Você era um pacotinho cor de rosa envolto num gigantesco pano verde do hospital, com uma touquinha que teimava em cair da tua cabecinha e o cheirinho de recém nascido mais fabuloso do Universo.

Hoje já fazem 2 anos desse dia. 2 anos já! Clichezão, todo mundo diz: O tempo voa! Mas voa mesmo. Voa com tuas perguntas curiosas, voa com teus pezinhos velozes, voa com todas as descobertas que você vai fazendo, que me deixam sem palavras. Onde foi parar aquele pacotinho cor de rosa, envolto num gigantesco pano verde?

Meu pacotinho cresceu! O rostinho arredondou. Os dentinhos saíram. Os cabelos demoraram, mas finalmente estão se esticando em cachinhos deliciosos que amo tocar. Os olhinhos, redondos, pretinhos, rodeados por cílios longos, mostrando o brilho da curiosidade de todas as perguntas ainda sem respostas, de todas as coisas que ainda estão por descobrir! As perninhas ficaram fortes, caminharam, correram, e agora ensaiam os primeiros pulos ao som dos teus "pu-a! pu-a!". As mãozinhas gorduchinhas aprenderam a tocar, descobrir, explorar, a servir de ferramentas para testar todas as tuas ideias. Meu pacotinho, meu cisco de gente, está se tornando uma garotinha independente, alegre, sagaz, que conversa, canta, rodopia, que ama abraçar, que ama sorrir, que sabe que é muito, muito amada.

Minha menina com nome de rainha, que se tornou uma rainha em nossas vidas, uma joia que também é uma flor aromática como o significado de seu nome. Não poderia ter sido um nome mais apropriado para uma pequena como você! Uma rainha que chega tomando conta do coração de todos, mas chega suavemente, perfumando a vida, alegrando o dia, convidando a sorrir.

Minha filha, eu não podia imaginar o quanto a minha vida mudou por você. PARA você. O quanto a sua chegada me fez renascer, rever conceitos, reavaliar prioridades, anular muitas vezes minhas vontades para que você pudesse ter o melhor de mim. Fiz e faço isso tudo com todo meu coração, grata por ter a chance de te dar o pouco que tenho.

Minha querida, que acorda quando estou me arrumando para ir trabalhar e pede um carinho, e se embala no soninho novamente enquanto acaricio suas costinhas. Se eu parar, acorda para ver se ainda estou ali.

Minha pequena, que me dá de presente o sorriso mais gostoso do Universo quando chego para pegá-la, antes de pedir quase que imediatamente: mamazinho!

Que me chama "vem, vem!" quando quer brincar.
Que pede "vamu desenhá?"

Que gosta de pisar no meu pé.
De bagunçar minhas panelas.
De brincar com celulares, chaves e óculos. E minha carteira.

Por tudo e em tudo, minha linda, que Deus te abençoe hoje e sempre.
 





 

fevereiro 03, 2016

Hora de dormir by Hadassa

Minha filha não é a maior dormilona do mundo.
Assim, ela prefere fazer quase qualquer coisa do que dormir.
Principalmente quando o pai deixa ela atrasar o soninho da tarde, então chega a hora de dormir à noite e ela está sem sono.

Ontem foi uma noite dessas.

Como sempre, fizemos nosso ritualzinho de ir para a cama, que consiste em escovar os dentes, fazer oração, ajeitar a boneca com que ela vai dormir, deitar na caminha dela, ler uma história, apagar a luz e fazer o mamazinho deitada mesmo.
Só que a bonita mamou e mudou de peito umas 457 vezes, virou para um lado e para o outro e nada de querer dormir.
Eu caindo de sono e ela senta na cama e ensaia um chorinho de queixa.
Chamo ela: vem deitar aqui comigo que vou te contar uma história, quer?
-Qué!

Deitou. Abraço.
Começo a história..

-Era uma vez, um cachorrinho.
Ele se chamava Tutu.
Ele era pequenininho.

Uma vozinha suave me interrompe:
-Não, ele ea gandão.

-Tá bom, ele era grandão. E que cor que ele era?

-Petinho.

-Tá bom, ele era pretinho.
Ele gostava de passear no parque.

-Na pacinha.

-Sim, na pracinha.

-Né?

-É, sim. (ela adquiriu a minha mania do "Né?" no final das frases, e usa de vez em quando para concordar ou pedir que eu concorde).

-Aí então, um dia o Tutu estava indo à pracinha...

-E gatinho?

-Você quer um gatinho na história?

-SIIIM!

-Tá bom. O cachorrinho Tutu tinha um amiguinho que era um gatinho. Ele se chamava Mimi.
De que cor ele era?

-Petinho.

Também era pretinho? Muito bem.

-Não. Ma-omzinho.

-Tá bom. O Mimi era marronzinho. Então eles foram passear na pracinha.
Eles gostavam de brincar de pular nas poças de água.

-...

-Então, nesse dia eles foram pular e brincar na água.

-Né?

-Sim.

-Mazazinho.

Assim ela pediu para mamar de novo, dessa vez mais calminha, e logo dormiu.
Mas antes disso... mamãe dormiu. E acordou mais de 1 hora depois, com um belo torcicolo.

setembro 15, 2015

Zoo de Curitiba

No fim de semana tivemos novamente a visita do abuelo. Aproveitamos para passear pelo Zoológico, já que agora a Had já anda (ou melhor, corre). Da última vez, há quase um ano quando minha irmã veio, ela não tinha a complexa compreensão dos animais que tem hoje. Nem andava. Se contentava em andar no colo e observava seu primo pular para tudo quando é lado (mesmo estando com o pé engessado).
Mas enfim, desta vez, com Had já maiorzinha e numa fase deliciosa de sentir o sabor da liberdade. É cansativo para nós, que somos velhos e sedentários, tentar acompanhar o ritmo dessas perninhas frenéticas. Porém, ver essa carinha de felicidade não tem preço!

 
Mãe, tô te vendo!

 Já que o abuelo estava por perto e muito dedicado a sua netinha, aproveitei para deixar os dois se curtirem um pouco e poder praticar meu hobby fotográfico, tirando fotos deles e dos animais também.
Só mesmo com um zoom para eu chegar tão perto das aves.

Espiando para achar os patos
 Estava um dia de solzinho meio tímido, mas com um pouco de vento e na sombra ficava ge-la-do!



Oi, senhores patinhos!

É tão engraçado esse jeito de ela correr assim, com os braços para o alto!

Fofuras.

Muito amor <3 td="">



Porque sentar no banco é muito mainstream.
 
E assim foi, nosso passeio de domingo.

Edit: A penúltima foto: comparar com a primeira foto do post anterior, para reforçar meu argumento. :)

setembro 09, 2015

O fruto nunca cai longe do pé

Estava aqui fazendo uma limpeza em caixas de email, quando encontrei umas fotos que meu irmão escaneou para mim, para uma homenagem de aniversário que fiz para meu pai.
Curiosamente, nas fotos eu tinha aproximadamente a idade que a Had tem hoje.
 
 
Não pude por menos que compará-las e reparar em como, apesar de todos dizerem o quanto a Had se parece com o meu marido, ela ter indubitavelmente meus genes também. Vejam só.

Esta linda e rosada bebê da foto é esta pessoa que vos escreve:


 
E esta fofa bebê da foto a seguir é a Had:
 
Reparou na semelhança?
Reparou no sorriso?
Na expressão das sobrancelhas?
Até o shape do cabelo?
Aliás, repare também como meu sorriso (adulto) parece com o do meu pai.
 
Mais uma comparação para ver se fica mais claro:
 


Eu (e pai)
Hadassita



Eu e pai...
E Had
E mais um pouco de Had pela corujisse.




















 E para completar:

Seu Jorge e Mari
Seu Jorge e Had, 30 anos depois.



setembro 08, 2015

Terça com cara de segunda.

Minha pobre matraquinha está com os caninos querendo sair, e a menina sofre...
Ontem (feriado da Independência) pudemos ficar grudadinhas o dia todo. E precisou, viu? Ela comeu pouco, dormiu razoavelmente (no colo), rolou até uma febrezinha de leve, babou litros, e o humor... bom, o humor é o que mais muda, no caso dela. Fica bem chorosinha, quer mais colinho, mais peito, mais aconchego... Nesses dias eu entro no modo "fazer o mínimo de tarefas para ficar com ela ao máximo". E ainda bem que meu pai estava nos visitando e me ajuda um monte.
Apesar disso, ela é bem guerreira, não se deixa abater. Fomos à pracinha com o abuelo, e correu, correu e correu, fugindo de mim. Rindo que se acabava. Brincou com areia. Subiu nos brinquedos. Catou pedrinhas. Enfim.
Por isso foi com [mais] dor no coração que a deixei hoje com a babá. Ainda bem que minha sogra tem o dia livre e iria ficar um pouco com ela. É um desses dias que gostaria de ter pedido livre no trabalho, mas como não vou levá-la ao médico, não teria como justificar a ausência. Difícil.
Então me abraça e diz que o dia logo passa e posso voltar para minha pequena? Hoje preciso disso. :)

agosto 11, 2015

Mãe de Menina.

Diversas vezes ouvi dizer que meninas são mais apegadas ao pai. Que competem com as mães. Que meninos são mais companheiros das mães. Etc.
Acho que não poderia estar mais errado.

Ser mãe de menina é maravilhoso!
(E não falo por uma questão de laços no cabelo e maquiagens e vaidades).

Minha filha é minha doce companheirinha.
Onde eu estiver, ela quer estar.
O que eu fizer, ela quer fazer também. Ajudar, colaborar, participar.
Ela está sempre por perto, com seu sorriso encantador, dizendo sem palavras: "mamãe, que bom é estar perto de você!"
Se vou para o pátio estender ou recolher roupa, ela vai atrás. Até pouco tempo atrás, a muretinha que separa a cozinha do pátio, que tem uns 15-20 cm de altura, era um obstáculo intransponível. Bebê ficava então do lado de dentro, me chamando. Hoje não: ela já consegue sem dificuldade passar uma perninha por cima da mureta, depois a outra e tcha-rããã! Está no pequeno pátio, pronta para brincar e ajudar a mamãe. A seguir, vem até mim e estica os bracinhos. Dou uma meia ou outra peça pequena de roupa para ela e peço que a leve para dentro. Ela sorri, pega a peça de roupa junto ao corpo e parte com a sua "missão",com um ar de importância. Logo volta e repete a cena, feliz de estar participando das tarefas da mamãe.

Se sento ou agacho no chão para fazer alguma coisa, ela vem e senta ou agacha ao meu lado, imitando ou olhando o que quer que eu estiver fazendo.


Esmaltes. Oh, frasquinhos coloridos que se adaptam tão bem a seus dedinhos miúdos.

A cama da mamãe e do papai é a melhor!

Minha companheirinha (é claro, com o controle na mão)

Se estou cozinhando, ela prefere ficar na cozinha abrindo armários, brincando com potes e tampas de panelas. Algumas vezes tenta aventuras um pouco mais ousadas, como brincar com o armário dos mantimentos. Fico de olho para que não pegue algum pacote que esteja aberto e amarrado com um grampo de roupa, mas acontece (com certa frequência) que me distraio por um segundo e quando vejo, uma enxurrada de feijão ou lentilha invade a cozinha, aos pés de uma garotinha com uma expressão de quem aprontou e um grampo de roupa solto na mão.
Na hora o sentimento é algo entre desespero e vontade de chorar, afinal, fui eu quem deixou brincar com os mantimentos. De novo. Mas no fim das contas, apesar desses acidentes, ela está exercitando a criatividade e isso é infinitamente mais importante do que um pouco de feijão espalhado. Além do mais, enquanto escrevo, estou rindo ao me lembrar dessas situações, então não é tão grave.
(Lembrete: comprar potes plásticos com tampa de rosquear para os mantimentos. ASAP.)

Procurando algo para mexer.

Mas meu momento preferido, ganhando disparado, é quando lemos histórias antes de dormir. Geralmente a essa hora já estou "só o pó", ou como dizem por aí, "a capa da gaita", então aproveito para deitar a cabeça no travesseiro enquanto leio pela milésima vez o "Ursinho Teddy hora de dormir" ou o "Parquinho dos bichos". Aliás, não leio mais: recito de memória.
Ela então vem e deita a cabecinha ao meu lado, dividindo o travesseiro com a mamãe, e fica me mostrando todas as figurinhas do livro, apontando, fazendo os barulhinhos correspondentes. Não há coisa mais deliciosa do que esse companheirismo, esse pacotinho cheiroso do meu ladinho compartilhando o travesseiro, o livro, o momento, a chance.
Sugo com todas as minhas forças esses momentos, aproveitando ao máximo. Minha pitoca cresce, e cresce rápido demais!
 
É claro: ainda tem amamentação prolongada, criação com apego, soninho no colo e cama compartilhada. Mas isso tudo é assunto para outro post. ;)

agosto 05, 2015

O que aconteceu nesse tempo que não escrevi.



Bom, basicamente, o ateliê não estava dando certo, então fechamos, eu arranjei um emprego como secretária troglodita (ops, poliglota), marido está às voltas com o planejamento de um novo negócio e enquanto isso fica com a Had em casa.
 
Estou de volta ao mercado de trabalho, com o coração dividido entre trabalhar fora (algo que sempre gostei) e a culpa de não estar presente no dia a dia da minha filhota.
 
Culpa, aquela fiel companheira de toda mãe.
 
Tem dias bons, tem dias ruins. Tem dias que me sinto bem, tem dias que choro pensando que meu lugar é em casa com a minha pequena, apesar de o meu emprego e a empresa serem muito bons.
 
É claro que ajuda o fato de que quem está com ela é o meu marido e que ele é ótimo com ela, mas tem horas que nem esse pensamento ajuda. Mãe, culpa, culpa, mãe. Prazer.
 
Tem dias que é fácil, tem dias que é difícil. Tem dias que estou tão cansada que levo a Had para dormir e acabo dormindo junto (tipo essa noite) e acordo com o alarme do dia seguinte, ainda de lente de contato. Ossos do ofício.

agosto 04, 2015

Globe trotter baby.

Bebê Hadie (quase não mais um bebê na verdade, mas para a mãe coruja aqui ela continuará sendo bebê forever and ever) anda fazendo umas coisas muito engraçadas.
Há alguns dias tivemos mais um feito inédito: viajamos solo, eu e ela no fim de semana, até Floripa para o aniversário do priminho.
Me preparei para uma jornada talvez complicada, mas no fim foi bem tranquilo. Na ida bebê escolheu não dormir, esnobando sumariamente o escurinho e o movimento aconchegante do ônibus. Chegamos na casa da minha mãe já perto da meia noite e bebê... bom, bebê quis brincar com a tia que ainda estava acordada esperando por nós, quis comer, quis dar beijos e abraços, quis tudo. Ela estava pronta para 48 horas de diversão nonstop. Foi depois de uma boa dose de carinho e mamazinho que foi se acalmando até dormir (não sem antes ficar provocando a vovó, com quem dividimos a cama grande, e rindo largamente toda vez que ela a olhava).

A identificação com a vovó foi instantânea.


Toda mocinha.

Quatro gerações de mulheres de nossa família.


A tia mostrou, e é claro, ela adorou a bagunça de passer debaixo da mesa.

Porque afinal, bagunça é com ela mesma!

Mamãe, filhos e netos.
Foi muito gostoso poder estar presente na festinha. Eu sou daquelas que amo um aniversário e faço o possível por ir. Principalmente agora, com a Had, já que faço questão de incentivar a proximidade dela com nossas famílias. O plus foi rever a minha avó, que mora em São Paulo e também foi para o aniversário. Ela não conhecia a Had e foi muito bom ter essa oportunidade de que se conhecessem.

Houve até um tempinho para rever as minhas amigas, que passaram na casa da minha mãe para um de nossos deliciosos papos.

E assim foi, nossas 48 horas de diversão nonstop na casa da vó.

Na volta, meu pai nos levou até a rodoviária. Não chegamos a sair do bairro e pequena já estava capotada, na mãozinha gorducha, bem apertadinha, a bonequinha que a tia tinha dado para ela brincar. Dormiu a viagem inteira, só acordando para um mamazinho na metade do caminho.
O Enos nos buscou na rodoviária e logo estávamos em casa, cansadas, satisfeitas, e agradecidas!

dezembro 26, 2014

Natal, Feliz Natal!

Meu sorriso que a mamãe ama com dentinhos de baixo
 Oi pessoal!
Fazia tempo que estava por vir mostrar umas fotos da minha pitoquinha, mas com essa coisa de telefones com câmera, ultimamente nem tenho baixado fotos da câmera para o computador. Hoje aproveitei o feriado para dar uma atualizada nessa área.

Comentei que ela estava dentindo esta semana. Pois bem. Há dois dias visualizei a pontinha do dentinho de cima, central direito. Ontem, vi também o esquerdo. Pronto! Minha pequena já tem quatro dentes e descobriu como rangê-los!

Este está sendo o seu primeiro Natal (do lado de fora), e nosso primeiro Natal como pais, paparicando nossa pequenoca. E é tão bom!
Ganhei 'pesenti' de Natal
Esta noite ela surpreendeu. Em geral a partir das 19 h tempos: jantar, culto familiar, banho, bênção e mamá para dormir, pelas 20 h. Hoje precisei trocar a fralda, então troquei a ordem e comecei pelo banho. Não que tenha sido por causa da troca (não seria a primeira vez), mas ela não quis dormir. Queria brincar, ir para o chão, ou ficar no colo e mamar, brincar, dar seus beijos babados (deliciosos!), etc. Estava elétrica! Qualquer coisa, menos dormir. Tudo bem né, sem problemas, levei de novo para a sala, ficamos brincando. Aí então (já quase 22 h) estava falando para ela: "ma-mãe" e "pa-pai", e ela olhando com atenção fala também: "ma-mã" e "pa-pã". 
Emoção sem tamanho.
MINHA FILHA FALOU.
Assim, do nada, presente de Natal para os papais corujas (que, logicamente, ficaram babando e querendo que ela repetisse, mas ela já estava distraída com outra coisa).
Ela surpreende sempre. A cada dia. Amor sem tamanho!

março 12, 2014

9 dias

Fofurinha já tem 9 dias, dorme gostosamente, mama gostosamente, faz caretinhas gostosas, tem um cheirinho mais do que gostosamente gostoso demais, e mamãe e papai estão bobos por ela.
E adora aquele momento que lhe tiram a fralda para dar mais uma mijadinha estilo "fonte da praça". Fofa, fofa, fofa da mamãe!

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Eu aqui, mil coisas para fazer, inclusive sentar na frente do computador e escrever o relato de parto, enfrentar o call center da previdência social e lavar umas roupinhas, mas começo a fazer as coisas e não as termino.