agosto 15, 2016

Óleo de Calêndula caseiro

Desde que entrei de cabeça no mundo dos cosméticos DIY e comecei a experimentar as misturas, me encantei ao descobrir como é simples e delicioso de fazer meus próprios cosméticos.
E ainda mais: não só é fácil, como também a qualidade é muito superior aos cremes, loções, e demais que compramos por aí (a preço de ouro!), e como podemos escolher exatamente o que vai dentro, podemos ter certeza de estar usando produtos bons, sem conservantes, parabenos, derivados de petróleo, etc.
 
Mas fazia um tempo que, na correria do dia a dia, tinha deixado um pouco de lado esta parte.
 
Agora estou voltando, aos pouquinhos, e mostro algumas das coisinhas que tenho feito. Quem sabe vocês também se animam.
 
Este óleo, ah, este óleo de calêndula. Eu estou apaixonada.
Ele é tipo bombril. Mil e uma utilidades.
 
 
 
Serve para:
 
- Hidratar a pele e os lábios.
- Cicatrizar machucados e cortes.
- Suavizar queimaduras.
- Cotovelos e joelhos ressecados.
- Tirar maquiagem.
- Leave-in para o cabelo (deixa super macio).
- Para diluir óleos essenciais e fazer massagem.
E mais.
Muito mais.
Os usos são infinitos.
 
Como fazer o Óleo de Calêndula:
 
Ele é basicamente feito por infusão, com as flores de calêndula deixadas "de molho" em óleo por certo tempo, com o auxílio de uma fonte de calor.
Para fazer o óleo há dois métodos. Um envolve bastante tempo, mas o esforço é quase zero. O outro dá um pouquinho mais de trabalho, mas fica pronto mais rápido.
 
Você precisará de:
- Azeite (ou outro óleo puro vegetal de sua preferência, como amêndoas ou jojoba. Eu gosto mesmo é do bom e velho azeite).
- Flores de calêndula - Se compram em casas de produtos naturais.
 
Método 1:
É mais demorado, mas se tiver tempo de sobra, é melhor.
Coloque as flores de calêndula em um frasco de vidro, até no máximo 3/4 partes do frasco, para que possam se expandir.
Acrescente o azeite (ou outro óleo. Só veja bem que seja um óleo puro vegetal, sem mistura de petróleos e silicones).
Tampe bem o frasco e coloque em algum lugar que pegue bastante sol: a soleira de uma janela, pátio, etc.
Deixe no sol por no mínimo 2 semanas, mas pode ser mais. Este que eu fiz, por pura preguiça de coar eu acabei deixando por uns 3 meses. Rsrsrs.
Depois de passado o tempo, coe o óleo com todo cuidado, utilizando um pano limpo. Aperte bem para espremer todo o rico óleo das flores. Ele estará com essa linda tonalidade alaranjada. Armazene em um frasco de vidro bem tampado.
Pronto! Simples assim.
 
Método 2:
Se você não tiver tanto tempo assim, ou estiver ansiosa para ver o resultado, há uma maneira mais rápida. Esclareço que eu ainda não testei este método, porque acho o outro melhor e mais simples. Mas fica a critério de cada um!
Coloque o azeite e as flores em uma panelinha e leve a banho maria. Deixe no fogo mais baixo por umas horas (2 ou 3), verificando sempre para que não queime.
Quando o óleo ficar mais escuro e tiver adquirido o aroma das flores, está na hora de desligar e coar.
 
 
Para hidratar a pele do rosto neste inverno seco que temos no Paraná, eu descobri que o óleo é melhor do que hidratante. Separo um pouco em um vidrinho, adiciono umas gotinhas de óleo essencial de lavanda, e pronto! É só passar de noite e de manhã.
A lavanda acalma a pele, descongestiona, e o cheirinho é maravilhoso.
Para machucados, queimaduras (de sol ou de cozinha, por exemplo), e pele ressecada, também utilizo este óleo + lavanda.
 
Para tirar maquiagem, um pouquinho do óleo de calêndula sozinho, com auxílio de um algodão.
 
Para o cabelo: após lavar, passo umas gotinhas do óleo de calêndula sozinho, com uma gotinha de lavanda ou até com uma gotinha de óleo essencial de alecrim, que é ótimo para combater a caspa. Passo desde a raíz até as pontas.
O óleo deixa o cabelo super macio, e ao contrário do que parece, não pesa! Claro, uso bem pouquinho.
 
Para diluir óleos essenciais:
Eu gosto de fazer massagem com óleo + OE de lavanda na Hadassa antes de dormir. A lavanda acalma e promove um soninho tranquilo, a calêndula em si tem propriedades calmantes, e ela adora este carinho.
O óleo de lavanda é o mais seguro para as crianças, mas mesmo assim precisa ser usado com cuidado. Em próximos posts vou falar mais sobre óleos essenciais e o que tenho aprendido.
Para a massagem, coloco uma colherzinha de café de óleo de calêndula na mão e adiciono duas gotinhas de OE de lavanda. Faço massagem em pés, perninhas, braços e barriguinha.
 
Quando está resfriada, para facilitar o soninho tranquilo, utilizo 1 gota de OE de lavanda e 1 gota de OE de eucalipto, mas massageio somente as plantas dos pés. A corrente sanguínea se encarrega de espalhar pelo corpo todo.
 
Recentemente descobri também que o óleo + OE de lavanda é ótimo para as cólicas menstruais. Uso a mesma misturinha que uso para a massagem da Had. Massagear o abdômen, e logo se nota a diferença.
 
Com o óleo também dá para fazer ótimas pomadinhas para a pele, mas isso já vou falar mais adiante com mais detalhes.
 
A cada dia vou descobrindo coisas novas. Surge algo, olho para o vidrinho do óleo e penso: será que serve para isto também? Hoje em dia, este óleo é meu produtinho número 1. E olha que eu tinha certo preconceito, achava que a "culpa" da pele e dos cabelos ficarem sujos era do óleo, e que se usasse nunca mais iria ter a sensação de estar limpa, mas sempre me sentiria grudenta. Hoje não troco meu oleozinho por nada!
 
E vocês? Gostam de óleos? Usam no dia a dia?
Já tentaram fazer os seus?
Me contem!
 
Bjos!

agosto 11, 2016

Inverno das ideias

Ando meio sumida, eu sei. Estou preparando algumas coisas em off, e no mais é a correria do dia a dia.
E some a isso tudo um pouco de falta de inspiração.
Ando lendo mais do que escrevendo, e refletindo mais do que... escrevendo também.
Sobre o futuro, sobre planos, sobre desafios.
Mas não largo nem pretendo largar o blog. Me sinto tão bem aqui!
Daqui a pouco a inspiração volta, a correria diminui, a vida acalma.

Ah sim. Tudo tem seu lado positivo.
Após o piso do apartamento novo, como comentei no post anterior, ter se levantado e a cerâmica começado a quebrar...
E após os pedreiros remarcarem um par de vezes finalmente terem aparecido...
E após levantarem uma nuvem de poeira que se depositou em tudo que é objeto da sala, cozinha e área de serviço ao quebrar o piso de cerâmica todo...
(E sem poder tirar alguns móveis, que são grandes demais. O sofá, por exemplo, não passa para os quartos nem-a-pau).
Finalmente foi colocado o piso novo. Bunito. De porcelanato. Mais bacana que a cerâmica que tinha.
E agora estamos com piso novo e bonito.
Pena que ainda falta acertar o acabamento, que ficou para depois por causa do clima úmido desta última semana, e acho que será feito semana que vem. Tudo a seu tempo.

Ainda estou meio triste porque não tenho conseguido espaço para minhas plantinhas. Algumas, como a hortelã que não precisa de muito sol, e o manjericão que é um lindão fortão e se adapta a tudo, continuam firmes e fortes.
Outras, como a pequena mudinha de nectarina que tanto trabalho me deu germinar, perdi.
E outras tentam alcançar a luz da janela, um pouco estioladas de tanto tentar. Me dá peninha. Mas é que meu apartamento não pega sol direto, a nenhuma hora do dia.

E eu que queria plantar um vasinho de lavandas!
:(

Ai ai...

julho 28, 2016

Sabe quando...

... você está calmamente em casa, uma noite qualquer, e de repente ouve estalos vindos do piso e, ao olhar para baixo, percebe que as lajotas de cerâmica estão simplesmente se levantando como se uma bolha de ar gigante estivesse crescendo debaixo delas?

Não?

Nunca aconteceu com vocês?

Pois aconteceu comigo, no lindo apartamento que aluguei há somente um mês.

Believe it or not.

O pedreiro que avaliou disse se tratar de uma combinação de argamassa de má qualidade, trabalho de assentar o piso mal feito, e umidade e diferença de temperatura ambiente, o que na verdade apenas ajudou a desencadear o problema que já existia com o piso mal assentado.

Amanhã teremos a visita do Sr. Pedreiro que irá -esperemos- resolver o problema, após diversas remarcações da visita.
Ufa!

Volto semana que vem, quando estiver tudo mais calmo.
Assim espero.

julho 19, 2016

Nossos dias

Pequenita, que raramente visita um consultório médico, ontem teve que ir em um.
Faz uma semana que estamos num vai-e-volta de febre, catarro, tosse, coriza, olhos lacrimejando, e nestes últimos dias um rostinho triste e uma pessoinha caidinha, caidinha.
Estava levando com remédios naturais, mas chega uma hora, principalmente quando vê os pequeninos tão caidinhos, que a gente balança nas convicções. Então levei.
Bom. Agora a pequena está em antibiótico. Infecção leve de garganta.
Enfim.

Mas temos dormido bem mal à noite, por causa da tosse.
E outra: acordando aos gritos e demorando para se acalmar, repetindo o episódio de alguns meses atrás.
Estou só o pó da rabiola, a capa da gaita, um caco.
Deu para entender, acho.

Ainda bem que ontem chegou minha mamys + minha irmã (a amada "tia Fê" da Had) para ficar com ela e assim não vou precisar mandá-la à escola esta semana.

E assim caminha a humanidade.
Vamos sobrevivendo, um dia de cada vez, até a tempestade passar.

julho 04, 2016

Oi, prazer. Meu nome é Mariana e gosto de chá.

Eu poderia, tranquilamente, me apresentar assim.
Adoro chá.
Amo chá.
Tomo chá praticamente todo dia.

Nesse inverninho curitibano então, quer coisa melhor do que uma xícara fumegante nas mãos, um chazinho quente e saboroso para alegrar a manhã, a tarde e até a noite?

Tenho meus preferidos, gosto de flores, ervas, frutas, mas não curto muito aqueles chás cheios de essência artificial disso e daquilo. Se é para pôr essência, tomemos logo um suco Tang.

Tenho meus chás de saquinho que gosto, são práticos. Mas o que gosto mesmo é de fazer o chá com o "matinho" mesmo.

Meio por acaso, mas numa feliz coincidência (ou não), foi então que encontrei este artigo sobre Como fazer o seu chá muito mais saboroso (em inglês).
Ele explica, por exemplo, por que é muito mais saboroso e de melhor qualidade o chá feito de matinho mesmo do que o que vem já triturado no saquinho.
Depois que li, todo um novo horizonte chazístico se abriu diante dos meus olhos.
Estou pensando até em estudar o assunto e me especializar em... chás. Unir o útil ao agradável.

No fim de semana, iniciei minhas experimentações. Provei misturar flores de camomila que tinha em casa + folhinhas secas de hortelã (estas de produção própria, que retirei da minha plantinha e deixei secar, há algum tempo).
De-li-ci-o-so.

Não tinha muitas ervinhas em casa, mas não vejo a hora de experimentar outras combinações. Assim que conseguir pôr tudo em ordem no apê novo e o "conjunto residencial Horta Vertical" (lembram dele?) no lugar, já que por enquanto está mal pendurado na lavanderia, vou começar a plantar outras sementinhas que já comprei e estão só aguardando.

Mundo do chá, lá vou eu!

julho 01, 2016

Socorro

Estou enfrentando "uns pobrema" no blog.
Minhas postagens sumiram.
Os rascunhos sumiram.
A postagem que estava preparando sumiu.
Não sei o que está acontecendo.
#miabraçaechora

junho 17, 2016

Então... finalmente... boas notícias!



Temos apartamento!!!

 

Agora organizar mudança, ligação de energia, horário de condomínio, etc, etc, etc.

Ufa, ufa e ufa.
Vai ser correria, mas vai dar certo. Só paro até estar tudo bonitinho no seu lugar.
Sem mais, wish me luck!

junho 09, 2016

Mais de 2 anos depois... por que Hadassa se chama Hadassa?

De repente, assim, do nada, me lembrei de que nunca falei disso por aqui.

Quando na rua alguém me pergunta qual é o nome dela (ou pergunta diretamente para ela, o que tem acontecido cada vez mais -apesar de que ela se recusa a responder e geralmente esconde o rosto, normal para uma criaturinha de 2 anos) e eu respondo, já espero a reação normal que segue em sequência: 
 
1- Cara de espanto (eu é que me espanto de como as pessoas podem ser rudes. Como se todo mundo tivesse que se chamar João ou Maria - nada contra, tá?)
 
2- Frase: Que nome bonito! Qual é a origem?
Ou, em sua versão menos delicada: Legal! E de onde você tirou esse nome?
... ¬ ¬ ...
 
3- Tentativa (quase sempre errada) de pronunciar: Ha-... Ahd- ... Adássia? É isso.
 
4- Eu corrigindo: Ha-da-ssa (se pronuncia com H aspirado, como o R na garganta).
 
Não que não soubesse que isso iria acontecer e bastante. Mas me choca a falta de sensibilidade das pessoas. Como esperar que as pessoas acolham as diferenças se até um nome um pouquinho diferente causa tal estranheza?
Por exemplo, tem o nome Raíssa. Compare foneticamente Raíssa com Hadassa.
Muito parecido, né?
Que eu conheça, ninguém tem a menor dificuldade em falar Raíssa. Não causa estranheza nenhuma. Mas Hadassa sim. Mistérios.
 
Mas enfim. Já estou divagando.
 
Estava eu tentando fazer um post sobre como chegamos até o nome.
Bom, foi um longo caminho. Para quem se lembra, fomos saber o sexo lá pela 27a semana. Se fosse menino, já estava quase batido o martelo. Ia ser Davi. E estávamos praticamente certos de que era menino, afinal, a avó do Enos tinha falado que era menino e ela não errava nunca. Mas desta vez, errou.
(Parêntese: infelizmente, dona Natália faleceu quando a Hadassa tinha 12 dias e não chegou a conhecer a bisnetinha, que ela jurou que era bisnetinho).
 
Quando então ficamos sabendo que era uma menininha e passado o susto inicial, começamos a procurar ativamente por nomes de menina.
Começamos é um modo de dizer: antes de saber já tinhamos corrido pela minha lista de nomes (que já estava sendo feita desde o momento do teste positivo) e o Enos tinha descartado todas as minhas ideias. TODAS.
As ideias dele também não me agradaram. Quase todo dia um, ou os dois, chegava com outra sugestão, e o outro descartava. Não havia consenso de maneira nenhuma!
 
Ele sugeriu que gostaria de pôr o nome da vovó Natália, que estava bastante doente com câncer. Seria uma linda homenagem e eu gosto de nomes em homenagem, mas... não gosto de Natália. Por mais que me esforçasse, simplesmente não conseguia. Mais uma vez, não houve consenso.
 
Uma das maiores dificuldades, e era algo que os dois sentiamos, era que: ao escolher um nome, deixaríamos automaticamente de considerar todos os outros nomes. E isso era difícil de assimilar. Como escolher um só e deixar todos os outros nomes de lado? Como preferir um nome entre os milhões de possibilidades... e esquecer do resto?
 
Um belo dia, ele lembrou da época que trabalhava no colégio e de que tinha uma menininha chamada Hadassa. Como ele era monitor, todos os dias chamava as crianças quando os pais chegavam, e ia conhecendo os alunos pelos nomes. Me sugeriu, eu pensei um pouco. Era um nome bonito, bíblico, forte. E único. Não falei nem que sim, nem que não. Precisava pesquisar a respeito. A origem, o significado.
Me joguei de cabeça na pesquisa. Hadassa era o nome original da rainha Ester (acredito que tenha sido seu nome hebraico original, pois na Bíblia diz assim: "Hadassa, também chamada Ester." Dali pra frente, só chama ela de Ester. O nome Hadassa aparece somente uma vez nan Bíblia. Como ela estava no meio de povo estrangeiro, acredito que Ester fosse o nome pelo qual foi chamada depois ou que tenha trocado de nome por necessitar se misturar à multidão, sendo Hadassa seu nome de nascimento original. Não há muita claridade a respeito).
Um resumo da história:
A rainha Ester foi uma moça forte pelas circunstâncias. Chegou a rainha porque o rei gostou dela, e quando se viu numa posição privilegiada, defendeu seu povo mesmo que isto significasse grande risco para ela mesma, e ajudou a evitar a massacre e a injustiça contra os hebreus, desmascarando um traidor.
Se quiser ler a história na íntegra, está aqui.
 
Além dessa história linda dessa mulher forte, encontrei que Hadassa significa "flor de murta", uma família de arbustos de flores muito aromáticas (veja aqui), bastante comum no oriente.
Pronto! Significado, o nome tinha. E era belo. E isso para mim era importante. Mas... ainda tinha minhas dúvidas.
 
1- Nome de rainha. Forte. Será que não seria um "peso" muito grande para um bebê, para uma criancinha? Fiquei com medo de sobrecarregar a pobre bebezinha.
 
2- Eu queria um nome duplo. Mas nada, absolutamente nada, combinava com Hadassa. Então, se fosse o escolhido, teria que ser somente Hadassa. Ora, e se ela crescesse e não gostasse do nome? E tivesse que carregar Hadassa pelo resto da vida porque não tinha um segundo nome para usar?
 
3- A história bíblica dizia que era o nome de uma moça órfã de pais. Ora, pode parecer superstição, mas dessa parte eu não tinha gostado.
 
Dúvidas, dúvidas.
 
Mesmo com Hadassa na cabeça, voltamos a considerar Beatriz, que incrivelmente estava agradando os dois. Mas perto de Hadassa, Beatriz perdia o brilho (nada contra, ainda é um nome que acho bonito, simplesmente não era o nosso nome). O Enos até voltou a sugerir Natália. Mas não. Íamos e voltávamos, e retornávamos a Hadassa. Fomos bater o martelo poucos dias antes de ela nascer, e mesmo assim, a certeza mesmo só veio naquela noite em que ela nasceu.
 
Hoje vejo o quanto é apropriado o nome que demoramos tanto para escolher. Ela é toda forte, independente, tem seu tempo para tudo e não gosta de ser apressada. Tem seus momentos de rainha também, querendo mandar e desmandar, mas também já mostra uma capacidade argumentativa que me deixa boba. Mas de tudo, de tudo, ela é uma florzinha, que chega espalhando perfume e graça por onde passa.
Demoramos tanto, mas escolhemos o nome certo para ela. Hadassa, nossa Hadassa, nossa rainha, nossa flor.




maio 31, 2016

Quem é vivo...

... nem sempre aparece, mas para provar que continuamos firmes e fortes na luta diária, aqui estamos.

Ando bem louca com as coisas para resolver por aqui... procurando um apartamento para poder morar mais perto do trabalho, uma escola para a Had, e encarando um aumento de responsabilidades no trabalho.
Estas semanas ainda estou fazendo parte do trabalho de outra funcionária que está de férias.
Ou seja... ufa!

Mas sabe como é, principalmente nestes tempos de crise. Não está fácil para ninguém. Já diz o ditado: manda quem pode, obedece quem tem juízo.

Se Deus quiser, logo logo tudo se ajeita. Um passinho de cada vez!

maio 05, 2016

Sopa de abóbora cabotiá

Oi gente!

Desde já peço desculpas porque a receita de hoje vai sem foto. Fizemos a sopa há umas duas noites, e estávamos com tanta fome e vontade de saborear aquela delícia fumegante que esqueci de tirar foto!

Esta sopa surgiu como uma invencionice nossa, e depois de alguns aperfeiçoamentos virou um clássico em casa.

Ela fica de um amarelo maravilhoso por causa da abóbora, e até a Hadassa adora, coisa que é muito dizer porque a pequena anda bastante seletiva para comer.

Mas vamos lá:

Sopa de abóbora cabotiá

Ingredientes:
Meia cebola picadinha
Dois dentes de alho (ou a gosto)
1/4 de abóbora cabotiá picada em cubinhos (se você não conhece a abóbora cabotiá, é uma abóbora bem amarela, de casca verde toda rugosa e bastante dura, e de formato redondo, do tamanho de um melão mais ou menos).
2 mandiocas médias picadas em cubinhos
3 batatas baroa (também chamada batata salsa ou mandioquinha) picadas em cubinhos
3/4 copo de macarrão conchinha ou pai-nosso
Cebolinha a gosto
Sal a gosto

Opcional: creme de leite para servir

Como preparar:
Na panela de pressão, refogue a cebola e o alho só até a cebola ficar transparente.
Acrescente 3 copos de água, a abóbora, a mandioca e a baroa.
Se necessário, coloque mais um pouco de água, tampe, deixe levantar pressão e cozinhe por uns 15 minutos, com um pouco de sal.
Desligue e espere a pressão sair. Abra e teste se cozinhou tudo. Dependendo do tamanho dos pedaços de mandioca, pode precisar cozinhar mais um pouco, mas pode ser feito com a panela destampada.
Quando estiverem todas as verduras macias, retire duas colheradas grandes e bata no liquidificador (este passo é opcional, mas eu gosto de fazer pois deixa a sopa mais cremosinha). Devolva a sopa batida para o restante na panela. Acerte o sal a gosto.
Adicione o macarrão e cozinhe em fogo brando, mexendo para não grudar no fundo. Se gostar, pode acrescentar também um pouco de cebolinha picada.
Quando o macarrão estiver cozidinho, desligue e sirva.

Opcional: eu gosto de colocar um pouco de creme de leite leve por cima, já no prato, e salsinha picadinha por cima de tudo. Ah, e alguns croutons. :)

Os croutons você pode fazer facilmente picando algumas fatias de pão em cubinhos, espalhando sobre uma assadeira e regando com um pouco de azeite e orégano, e colocando no forno bem baixo por uns 10-15 minutos até que fiquem crocantes.
Agora, se você, como eu, lembra dos croutons só na hora de servir, não desespere! Dá para picar o pão em cubinhos e fazer na frigideira também. Só cuidado para não queimar o pão! Faça em fogo brandinho e fique mexendo sempre. Ficam deliciosos!

Se fizerem, me contem como saiu!